A fabricação.
Texto escrito pelo criador desta tecnologia, a STF nao concorda e também nao discorda, apenas afirma que tanto o bloco de polister como o bloco de epox ambos possuem qualidades e defeitos como tudo na vida, cabe ao surfista decidir qual é melhor para o seu surf.
Vamos ser realistas e nos ater realmente aos fatos.
Apenas os fatos.
A fabricaçao do sistema de prancha de poliuretano e altamente Tóxica.
O exemplo disso a maior empresa do mundo Clark Foam ficou seis anos enfrentando um processo milionário pela toxidade, perderam e tiveram que encerrar as atividades.
Hoje todos os blocos consumidos no maior mercado de surf do mundo USA são importados, pois em outros paises onde as leis são mais brandas, ainda são permitido a sua fabricação.
O bloco de poliuretano solta um gás que e liberado quando se tira a casca dele
A resina poliéster e altamente Tóxica, e o que se vê nas fabrica são portas e janelas fechadas, pois os gazes emanados são sentidos a kilometros.
Ate quando a falta de informação ou uma mídia onde não e clara nos fatos e ate confunde os leitores, pois essas informações são fornecidas pelo próprio seguimento.
Tem que acabar a ilusão de que tomar um leitinho no final do dia vai ficar tudo bem.
Pois essa toxidade ela vem em forma homeopática.
A prancha de poliuretano e construída da mesma forma a mais de 40 anos e seu funcionamento e muito bom.
Mais existem algumas particularidades
Expl.
O bloco não pode ter contato com a água, pois ele começa a esfarelar, a resina poliéster ela atua como um isolante. Para proteger o bloco.
O que e um absurdo, pois a resina poliéster e porosa.
Pegue uma prancha nova e coloque a mesma submersa por alguns dias, vão ficar impressionados com o aumento de peso, pois a resina absorve água e conseqüentemente o bloco também.
E sabido que a magia da prancha de poliéster se perde muito rápido, pois ela vai ficando cada vez mais elástica. E perde o momento de deflexao.
Não me entendam errado. Eu não estou criticando aquele ou outro sistema.
Estou mostrando que não estamos mais em 1960 e sim em 2008,
E muito se avançou em tecnologia em todos os setores e o sistema de fabricação de prancha e retrogodo. Eu não estou mostrando pontos negativos, estou mostrando fatos
O problema e que são pouquíssimos meios de comunicação aqui no Brasil que fazem um jornalismo com fundamento.
E quando mostro esses fatos que não são mostrados aqui, sou interpletato completamente de maneira erronia. ( poxa você esta pichando as pranchas convencionais)
Não estou mostrando que esses fatos foram à base do desenvolvimento do conceito keahana.
Explicação
A metodologia de fabricação e completamente diferente.
O ambiente de trabalho e arejado, a resina pode ser ate manuseada num ambiente com ar condicionado para um maior conforto.
As resinas a base dagua foram desenvolvidas especificamente para o uso em pranchas, com baixíssima toxidade. Não queimam os olhos ou a pele, e limpa com um pano seco e água e sabão neutro ou bio degradável, lembrete e um produto químico e não pode ser ingerido.
Todo o material para construção e fornecido em uma caixa, pois a margem de erro desse material é de 3% . Dessa forma temos uma padronização na construção do equimapento.
Não importa se a prancha e feita aqui ou no Brasil ou no USA ou na Europa ou na Austrália etc.
A keahana tem a consciência de que só fornecemos o conceito, o trabalho mais importante são os dos Shaper, laminadores, pintores e lixadores. Pois e o nome deles que vai à prancha.
E no caso da keahana essa prancha dura anos.
Visando proteger o nome e reputação dessas empresas e que criamos essa padronização.
Todinho e importante que o público tenha um maior conhecimento quanto aos elementos que formam o conceito da keahana.
Bloco
O bloco é constituído pelo agrupamento de celular em forma de favo, composto de 2% de material e 98% de ar.
Longarina
Utilizamos uma madeira de crescimento rápido com fibras longas e com corte aprovado pelo IBAMA.
Tratamos à umidade da madeira, pois muita umidade a prancha fleta demais e com pouca umidade a madeira fica muito dura e quebra.
Resina
A resina foi desenvolvida especialmente para a construção de prancha de surf
Tento a viscosidade, tempo de cura, dureza. Para atuar em conjunto com os outros elementos.
Tecido
E de 5 oç Biaxial construído ponto a ponto formando um ângulo de 45graus em relação a longarina.
Quilha
Foi desenvolvido o sistema mais leve do mundo, visando balancear a prancha.
Pois muito peso na rabeta, faz com que o atleta tenha de mudar a sua base ou mudar o ângulo do corpo em relação a base na retomada das manobras.
O sistema e livre, pois e compatível com as quilhas da Keahana e as quilhas da FCS.
Ele e colocado por debaixo da laminação, assim não existem infiltrações.
Ele não tem fundação.
O sistema foi construído para não ser danificado, sendo assim não danificara a prancha e sim a quilha.
Forno
O forno tem uma dupla função, aumento de produtividade agilizando os processos,
Durante o dia. E tratamento de compactação molecular durante a noite. Tudo isso com custo beneficio e segurança.
O processo de construção pode ser realizado sem o forno
O material nos três primeiros dias a uma temperatura de 25 graus terá a dureza de 40% e nos últimos 4 dias os outros 60% de dureza e ficara estável com uma dureza de 43 shore.
Com a utilização do forno esse estabilização ocorrera e 24h sendo que a dureza quase que dobra, pois ocorrera um maior agrupamento molecular. (ponto de ligação)
Características
A keahana ela tem o visual de uma prancha de poliéster e tem funções mecânicas de uma prancha de forma.
Ela tem a longevidade, a projeção (jump) e velocidade de uma keahana.
O deck da prancha se molda a forma do pe do atleta muito importante para localização da base do atleta.
Devido a sua flutuabilidade ela planeia sobre a água diminuindo assim o arrasto.
Mantém as suas características tanto visuais como mecanicamente por muitos anos.
O reparo e similar ao de uma prancha de poliéster, com uma enorme vantagem devido o bloco não ser unicelular e ser construído em forma de favo ele não retêm a água.
Da mesma maneira que a água a entra sai, pois o bloco não retêm água, sendo assim a prancha fica com o peso muito similar ao peso original após o reparo.
O resíduo industrial e 0%, pois tudo e reciclável.
A prancha tem energia própria.
Uma breve explanação.
O deslocamento em uma prancha normal e devido a energia da onda.
Com a keahana por ela planar sobre a superfície da água o atleta consegue se afastar mais da parede da onda. Com esse afastamento ele consegue retomar para o centro da onda, onde tem a maior energia da onda sem perder velocidade.
Vou usar eu como exemplo.
Peso 90 kg quando realizo o botton turn a prancha fleta e torce em relação ao eixo.
Não importa o tipo de material utilizado na construção da prancha.
Todas as pranchas fletam, umas mais outras menos.
Com a keahana um dos grandes diferenciais e que temos o momento de deflexão imediato.
Não importa se o atleta pesa 50 kg ou 120 kg, toda carga aplicada sobre a prancha faz com que ela flexione, mais devido a sua construção estabilizada, faz com que ela volte ao estado original imediatamente proporcionando projeção imediata, essa característica foi apelidada de jump. pois e uma prancha tencionada.
Fazendo com que a prancha tenha energia própria.
Uma analogia
Imagine uma corda de violão com folga e outra tencionada com o som agudo.
Quem já não subiu num skate parado com shape de fibra e começou a pular para cima e para baixo e com o simples deslocamento da cabeça para frete o mesmo começou a se deslocar.
Com a keahana o atleta sempre estará com a velocidade acima da velocidade da onda podendo assim andar mais no critico da onda e percorrer maior distancia na parede da mesma sem depender tanto da energia da onda, essa velocidade e crescente em todo movimento de manobra onde e aplicado uma carga sobre a prancha.
Foi um equipamento desenvolvido para um surf moderno.
Onde a velocidade e projeção são fundamentais.
O sistema da keahana e um sistema livre podendo ser feito prancha de 4 pés ate 12 pés
Tanto para um profissional com para um leigo. Para ondas pequenas ou ondas como jaws E por isso que o conhecimento técnico dos shapers e tão importante.
Eles são os responsáveis por filtrar as informações dos clientes, podendo criar prancha para atletas explorando a máxima desempenho ou responsável por controlar essa velocidade para o surfista que utiliza esse equipamento para o prazer.
Tudo depende da construção.
Foi me perguntado se o equipamento e assim ta diferenciado porque não esta no wct.
Respondo na edição retrasada do guia da fluir o Rust respondeu de maneira bem clara essa pergunta.
Os atletas tem contratos por mais eles usem certos tipos de prancha para as competições isso quase nunca vem a publico devido aos contratos publicitários.
Mais posso dar alguns nomes aqui de alguns atletas que ussam keahana em seu quiver e nas competições.
Bernado Pigmeu
Bruno Rodrigues
Adriano Mineirinho
Heitor Alves
Rodrigo Dorneles
Michel Flores
Mikala Jones e Daniel Jones
Sunny Garcia
Chris Ward
Jean da Silva
Dane Reynolds
Tim Curren
E muitos outros, pois hoje nos estamos atuando no Brasil e em alguns paises da América do sul, no Estados unidos , na Europa , na Nova Zelândia e esse ano iniciamos o trabalho na Austrália e no Japão.
Um questionamento que sempre vejo nos sites . E porque algumas pessoas tem dificuldades de adquirir uma keahana.
A resposta e simples não somos vendedores de matéria prima nos trabalhamos em sistema de parcerias com algumas empresa qualificadas para a realização da construção das pranchas
Já atingimos 74.000 unidades fabricadas nesses anos de desenvolvimento.
Isso graças aos esforços dos Engenheiro da keahana shaper e laminadores e lixadores , atletas.
Todos os materiais tem tecnologia e Brasileira.
E isso tudo Surgiu Graças ao meu irmão Cristiano Guimarães o Guima
Ele e a verdadeira luz inspiradora de todo esse projeto.
Meu muito obrigado a todos
Flavio Figueiredo Carioca
Diretor Presidente
Keahana